Banca de defesa: ALTERNATIVAS COMPETITIVAS À MONETIZAÇÃO PREDATÓRIA: Uma análise comparativa

BANCA DE DEFESA | Mestrado em Design

O PPG Design da Universidade Anhembi Morumbi convida para a defesa da Dissertação de Mestrado em Design, ALTERNATIVAS COMPETITIVAS À MONETIZAÇÃO PREDATÓRIA: Uma análise comparativa por FELIPE MARIANI DE ANDRADE, que ocorrerá no dia 06/08/2025 às 15h. O evento será por meio online. Orientadora: Prof.a Dra. Andréa Catrópa da Silva

FELIPE MARIANI DE ANDRADE
06.08.2025 | 15H00 | Quarta-feira

Endereço ou link para conferencia:

https://teams.microsoft.com/l/meetup-join/19%3ameeting_MGNlYzZiYTktY2Q3My00Mzg3LTgwOGItMzZmMTU5YTUyODhi%40thread.v2/0?context=%7b%22Tid%22%3a%2257095a8c-ade3-4706-b7d7-30379e58918b%22%2c%22Oid%22%3a%221e134c8c-3bfc-46ea-a1f7-4ad742fab344%22%7d

Banca Examinadora:

  • Profa. Dra. Andréa Catrópa da Silva
    Orientadora e presidente da banca.
    Universidade Anhembi Morumbi.
  • Prof. Dr. Dario de Souza Mesquita Junior
    Avaliador Externa
    Universidade de São Paulo (USP)
  • Prof. Dr. Delmar Galisi Domingues
    Avaliador interno
    Universidade Anhembi Morumbi (UAM)

Resumo:

Esta dissertação investiga a crescente presença de estratégias de monetização predatória no setor de jogos digitais, com foco na identificação e análise de alternativas competitivas que conciliem sustentabilidade financeira e valorização da experiência do jogador. O trabalho parte da constatação de que práticas como loot boxes, passes de batalha e microtransações invasivas tornaram-se amplamente utilizadas, muitas vezes incorporando padrões de design que exploram vulnerabilidades comportamentais dos usuários. A pesquisa tem como objetivo compreender os impactos dessas práticas, seus mecanismos de funcionamento e, principalmente, avaliar se modelos mais equilibrados e transparentes podem oferecer competitividade real no mercado contemporâneo. O referencial teórico se apoia nos autores Zagal, Björk e Lewis (2013), que discutem os Dark Patterns no design de jogos, e Petrovskaya e Zendle (2020), que categorizam práticas de monetização predatória. A abordagem metodológica adotada foi mista, combinando dados quantitativos, extraídos de ferramentas como SteamDB (2025), Steam Spy (2025) e Gamalytic (2025), com dados qualitativos, obtidos a partir de análises de reviews, fóruns, publicações da mídia especializada e manifestações da comunidade gamer. A pesquisa inclui dois estudos de caso: ARK: Survival Evolved, frequentemente associado a práticas predatórias, e Subnautica, que adota uma estrutura de monetização mais contida. Ambos os jogos foram analisados em relação à estrutura de gameplay, modelo de monetização, recepção da comunidade e desempenho financeiro. A comparação revelou diferenças significativas em aspectos como lealdade do público, reputação da desenvolvedora e longevidade dos títulos. Os resultados indicam que, embora modelos predatórios possam gerar ganhos de curto prazo, eles frequentemente comprometem a imagem das empresas e sua sustentabilidade a longo prazo. Por outro lado, práticas mais transparentes tendem a gerar comunidades mais engajadas, avaliações mais positivas e relações mais duradouras com o público. A pesquisa conclui que é possível viabilizar economicamente projetos baseados em abordagens menos agressivas de monetização, desde que alinhadas a propostas coerentes de design, comunicação clara e confiança mútua entre desenvolvedora e jogador. Nesse sentido, este estudo contribui para a discussão no campo do Design, especialmente no cruzamento entre práticas comerciais e construção de experiências significativas nos jogos digitais.

Palavras-chave:

#Design. #Game Design. #Monetização predatoria. #Dark Patterns. #Jogos digitais.

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