Banca de defesa: DESIGN BIOFÍLICO E A INSTRUMENTALIZAÇÃO DO TERRITÓRIO: a práxis artivista como prospecção da n@tureza

BANCA DE DEFESA | Doutorado em Design

O PPG Design da Universidade Anhembi Morumbi convida para a defesa da Tese de Doutorado de Design, DESIGN BIOFÍLICO E A INSTRUMENTALIZAÇÃO DO TERRITÓRIO: a práxis artivista como prospecção da n@tureza, por DANIEL J. S. PRAZERES, que ocorrerá dia – 14/08/2026, às 09H. O evento será: presencial. Orientadora: Profa. Dra. Suzete Venturelli. Veja mais informações abaixo.

DANIEL J. S. PRAZERES
14.08.2026 | 09H | Sexta-feira

Endereço ou link para conferencia:

Universidade Anhembi Morumbi Campus
Mooca
Sala 307 – 30. andar

Banca Examinadora:

  • Orientadora e Presidente da banca: Profa. Dra. Suzete Venturelli
    Universidade Anhembi Morumbi
  • Examinadores Externos: Dra. Denise Xavier de Mendonça
    Universidade Presbiteriana Mackenzie – SP
  • Examinadores Externos: Dr. Gustavo Orlando Fudaba Curcio
    Universidade de São Paulo
  • Examinador Interno: Dr. Milton Sogabe.
    Universidade Anhembi Morumbi
  • Examinador Interno: Dra. Andréa Catrópa da Silva
    Universidade Anhembi Morumbi
  • Examinador Suplente: Prof. Dr. Teófilo Augusto da Silva
    Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará
  • Examinador Suplente: Prof. Dr. Gilbertto dos Santos Prado
    Universidade Anhembi Morumbi – UAM

Resumo:

O design biofílico atua como estratégia para a compreensão da cidade, exigindo a superação da dicotomia entre ambiente construído, dinâmicas ecológicas e infraestruturas informacionais. Isso implica enfrentar a homogeneização da paisagem e os processos de espoliação socioespacial, assumindo que a integração entre princípios biofílicos, materialidades urbanas e arquiteturas conectivas participa ativamente da produção do território. Nesse contexto, a tese defende que a práxis artística consolida-se como dispositivo tático que instrumentaliza o espaço urbano, pois o artivismo opera como ação prospectiva capaz de materializar novas formas de pertencimento e conexões biofílicas no processo de constituição da cidade. Para sustentar essa abordagem, a investigação utiliza metodologia transdisciplinar fundamentada no pensamento rizomático, adotando São Paulo como campo de investigação empírica e o PDE como suporte material e agenciamento normativo. A articulação dessas dimensões fundamenta uma ontologia híbrida denominada n@tureza, na qual o biológico, o ambiente construído, as redes tecnológicas, os dados e os indivíduos operam como partes indissociáveis do ecossistema urbano. Complementarmente, mobiliza-se a conurbação digital como operador analítico para descrever a fusão das esferas físicas e informacionais em uma infraestrutura contínua, redefinindo as relações de poder e as fronteiras da metrópole. Conclui-se que a mitigação das contradições urbanas não se restringe à adequação das normas legais vigentes, mas requer a incorporação do artivismo e das diretrizes do design biofílico como práticas de ação direta, capazes de incidir nas dinâmicas de estruturação da metrópole e materializar as condições de vida coletiva como fluxos indissociáveis de um ecossistema sociotécnico híbrido.

Palavras-chave:

Design biofilico. Espaço urbano. Artivismo. Natureza. Tecnologia.

Convite a Banca